Notícias › 02/01/2017

Capuchinhos encerram a celebração dos 120 anos de presença no RS

capuchinhos01Doze bispos estiveram presentes na Igreja Matriz São Pedro, em Garibaldi, na missa de encerramento da data festiva da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos

A manhã desta quarta-feira (28), foi marcada pela emoção e celebração com mais de 150 freis que integram a Província do Rio Grande do Sul, a Custódia do Brasil Oeste (Mato Grosso e Rondônia) e a Delegação Provincial do Haiti. Após o registro da foto oficial no altar da Igreja Matriz São Pedro, em Garibaldi, o grupo participou de uma celebração presidida pelo presidente da CNBB – Regional Sul 3 e arcebispo metropolitano de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler. Estiverem presentes ainda, o bispo da Diocese de Caxias do Sul, Dom Alessandro Ruffinoni, o arcebispo emérito de Feira de Santana (BA), Dom Itamar Vian, o arcebispo de Passo Fundo, Dom Rodolfo Weber, o arcebispo de Pelotas, Dom Jacinto Bergmann, o bispo de Cruz Alta, Dom Adelar Baruffi, o bispo de Montenegro, Dom Paulo De Conto, o bispo de Rio Grande, Dom Ricardo Hoepers, o bispo de Vacaria, Dom Irineu Gassen, o bispo de Osório, Dom Jaime Kohl, o bispo emérito de Joaçaba, Dom Osório Bebber, e o bispo emérito de Uruguaiana, Dom Ângelo Salvador.

A celebração encerrou as comemorações dos 120 anos da presença dos Capuchinhos no RS, sendo que Garibaldi foi exatamente o local onde chegaram os primeiros freis franceses missionários. Durante a solenidade a comunidade prestou diversas homenagens reconhecendo a importância da Ordem em várias áreas de atuação. O ministro provincial dos Freis Capuchinhos do RS, frei Cleonir Dalbosco ressaltou que “a presença de todos estes arcebispos e bispos aqui no berço dos Capuchinhos no RS, representa o reconhecimento da atuação da Ordem e marca mais um fato significativo na nossa trajetória, fechando com chave de ouro estas comemorações”. Dom Spengler disse que devemos recordar o passado, celebrar o presente e olhar para o futuro que nos desafia destacando dois elementos: “primeiro o momento eclesial que nos pede ousadia, dentro das manifestações do Papa Francisco e o segundo elemento é de que não podemos compreender a história do Brasil e, sobretudo do RS, sem considerar a presença dos religiosos (as), de forma toda especial a presença dos Capuchinhos nas áreas social, eclesial, política e econômica de toda a nossa Região”. Dom Alessandro Ruffinoni, agradeceu o trabalho e o envolvimento dos frades na condução de diversas comunidades da Diocese de Caxias do Sul e a importante contribuição prestada tanto para a formação dos padres diocesanos quanto para a evangelização em inúmeras frentes, seja através das obras sociais, missões, educação e meios de comunicação”.

Após a missa, no salão comunitário São Francisco os freis assistiram a uma representação da chegada dos Capuchinhos que foi encenada por 35 pessoas integrantes dos movimentos de Cursilho e Emaús de Garibaldi e do Emaús de Jaraguá do Sul. Segundo o coordenador do Emaús de Garibaldi, Giovani Luis Postingher, o desafio do grupo foi retratar a história dos freis para que eles a reconhecessem e pudessem identificar a missão e a importância da presença Capuchinha para o desenvolvimento de Garibaldi e logo depois de toda a Região”. O teatro mostrou a chegada dos primeiros freis com a história sendo contada em cartas em cenas que demonstraram a ação dos freis junto aos primeiros imigrantes italianos. A programação do encontro, iniciado ainda ontem (27), com a realização da Assembleia em preparação ao 24º Capítulo Provincial Eletivo (que acontecerá de 4 a 8 de setembro de 2017, também em Garibaldi) encerrou com um almoço de confraternização entre os freis, arcebispos, bispos e a comunidade.

Margô Segat – Jornalista

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