Notícias › 24/11/2016

CLJ de Vacaria celebra caminhada do movimento

encontraoUma multidão de jovens fez a festa na segunda edição do Encontrão Diocesano do CLJ, em Vacaria. Mais de 600 manos e tios da Diocese participaram do evento, realizado no dia 20 de novembro, na sede da Associação dos Motoristas, com a presença de quase todas as paróquias que possuem o movimento.

Iluminados pelo tema “Essa é a juventude do papa”, e motivados pelas frequentes convocações do Papa Francisco a vivermos a alegria do Evangelho, os jovens acompanharam palestras, depoimentos e muita música.

O tema principal do encontro foi abordado pelo Frei Capuchinho Laércio Duminelli da Luz, de Caxias do Sul. Ele ressaltou a missão que a juventude tem de fazer a diferença na sociedade. Para ele, jovens cristãos precisam encarar as pessoas com igualdade, ter bom relacionamento familiar e estar sempre atento a um possível chamado de Deus às vocações religiosas e consagradas.

De acordo com o presidente do Secretariado Diocesano do CLJ, Luan Borges da Fonseca, o evento mostrou, mais uma vez, que a juventude tem nas mãos a possibilidade de transformar o mundo. “Nós fizemos valer o tema do nosso encontro. Mostramos que somos, realmente, a juventude do papa. Que Somos uma juventude unida, com poder de transformação, que tem força, é alegre. A juventude que quer ser diferente de tudo o que vimos de ruim no mundo. E nós podemos fazer essa diferença pelos ideais que têm Jesus Cristo como base”.

Cinco anos após a realização do primeiro encontrão, o evento tornou a acontecer em Vacaria. “Ficamos muito felizes por mais esse desafio que concluímos. Uma sensação muito boa de dever cumprido, de objetivo alcançado. Sentimos a presença de Jesus Cristo e isso fez valer todo o esforço da organização”, concluiu o presidente.

O show de encerramento do 2º Encontrão do CLJ ficou por conta da Banda Deluthi.

Pela primeira vez em livro
O 2º Encontrão do CLJ também foi palco para apresentação do livro “O CLJ me enganou”, do jovem jornalista e integrante do movimento, Juliano Rigatti. O autor contou um pouco como surgiu a obra e quais os motivos que o levaram a considerar-se “enganado” pelo movimento. Juliano participou ativamente do CLJ nos anos 90 e, em 2008, escreveu um artigo homônimo que, agora, passa a ser o primeiro livro sobre o movimento. A obra tem Prefácio assinado por Dom Zeno Hastenteufel, fundador do CLJ.

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