
Quando o cuidado se torna presença: o Dia Mundial dos Enfermos
Há datas que não são apenas celebrações, mas sinais que apontam para o coração do Evangelho. O 11 de fevereiro — Dia Mundial dos Enfermos

Há datas que não são apenas celebrações, mas sinais que apontam para o coração do Evangelho. O 11 de fevereiro — Dia Mundial dos Enfermos

Jesus, logo após ensinar o caminho da vida feliz ou bem-aventurada, afirma que ser cristão é ser sal da terra e luz do mundo (Isaías 58,7-10, Salmo 111, 1 Coríntios 2,1-5 e Mateus 5,13-16). Duas imagens que ressaltam o testemunho da vida de serviço ao mundo. É neste serviço que se concretiza a identidade do cristão: luz e sal da terra, como o próprio Cristo o foi.

O Dia Mundial dos Enfermos é uma oportunidade para refletirmos sobre o cuidado da vida, mas principalmente de como estamos cuidando de quem está enfermo. Vivemos num mundo de fortes contrastes tecnológicos e sociais. De uma parte temos o avanço da medicina, graças à pesquisa científica que possibilitou a descoberta de novos medicamentos. Por outro lado, vemos os contrastes provocados pelas desigualdades econômico-sociais e pelas mudanças na nossa sociedade, principalmente na estrutura familiar.

O encontro teve a participação do bispo auxiliar de Porto Alegre e referencial para a Comunicação, dom Juarez Albino Destro, e do secretário-executivo do Regional Sul 3 da CNBB, padre Rogério Ferraz de Andrade. Na oportunidade, padre Rogério apresentou o jornalista Felipe Padilha, da RUAH Comunicação, que assume, a partir de fevereiro, a assessoria de comunicação do Regional Sul 3.

A Palavra de Deus, como um todo, nos ajuda a compreender que essa missão não se cumpre com gestos espetaculares ou extraordinários, mas na fidelidade às pequenas coisas do dia a dia. O sal age silenciosamente realçando o sabor dos alimentos; a luz não chama atenção para si mesma, mas permite que os outros vejam melhor. Assim também deve ser a vida cristã: discreta, coerente, perseverante, profundamente enraizada em Deus.

O Santuário de Nossa Senhora de Caravaggio, na cidade de Farroupilha, na Diocese de Caxias do Sul, celebrou na segunda-feira, 02 de fevereiro, a 126ª

A felicidade cristã não elimina os problemas, mas os ilumina. Ela nasce da certeza de que Deus está presente e age em tudo, quando Lhe abrimos espaço.

Em tempos de discursos duros, agressões verbais, polarizações e cancelamentos, essa bênção se torna um ato profético. Ela afirma que o cristão não pode ser instrumento de violência verbal. Receber a bênção da garganta é, então, muito mais do que garantir saúde física. É aceitar o chamado para curar a voz e consagrar a palavra.

No caminho de felicidade apresentado por Jesus é possível destacar algumas características. A felicidade é encarnada, isto é, realista, concreta para não se tornar uma ilusão. Jesus antes de proclamar as bem-aventuranças as viveu. A sua força, o segredo da eficácia de sua missão está na total identificação com a mensagem que anuncia

O Enapas tem grande importância para a evangelização inclusiva na Igreja, especialmente junto à comunidade surda. Ele é um espaço de escuta, formação, comunhão e missão, onde a Igreja reafirma que os surdos não são apenas destinatários, mas protagonistas da evangelização.
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