“Ele era mesmo Filho de Deus”

É missão da Igreja estar ao lado de Cristo crucificado e de todos os crucificados. O triunfo de Cristo não é aquele imperial, mas o humilde e sofrido da cruz. É o que liberta e salva. Jesus entra em Jerusalém não para ocupar a chefia de um exército e de um Estado, mas para oferecer-se como “rei manso e humilde”.

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 “O Rei que serve: da aclamação à Cruz”

Irmãos e irmãs, entremos nesta Semana Santa como entramos numa terra santa: descalços por dentro, de coração aberto, prontos para nos deixar encontrar por Aquele que desceu ao mais fundo do humano para nos erguer ao mais alto do divino. Que os ramos de hoje não sejam apenas gestos festivos — que sejam a expressão de uma adesão real ao Senhor que vem, que serve, que morre e que ressuscita por amor a cada um de nós.

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Caminhar com Jesus

A folha de palma é sinal da vitória do martírio e o ramo de oliveira é símbolo da paz entre o céu e a terra; mas a vitória e a paz parecem viver um constante desafio, frente à violência presente no coração do homem, fruto do pecado. Como comunidade cristã, que celebra a sua fé no Senhor Jesus, devemos nos unir para fortalecer uma cultura da paz, que valorize a vida, a família e a comunidade como espaços de encontro e de fraternidade.

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Pascom S3 realiza encontro de escuta com as coordenações de Pascom da Província de Porto Alegre

Nesse contexto, a coordenação regional apresentou o Guia do Comunicador Católico, material desenvolvido para auxiliar na formação das equipes, com linguagem mais didática e acessível. O bispo auxiliar de Porto Alegre e referencial da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação do Regional Sul 3, dom Juarez Albino Destro, reforçou que a Pascom vai além da produção de conteúdo. “A comunicação precisa estar enraizada na espiritualidade e na missão. Não é apenas fazer, mas comunicar com sentido e em comunhão”.

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Você acredita em vida após o nascimento?

Sei que a ressurreição é vista como algo insólito por uma cultura que canoniza o presente, o sensível e o rentável e nega ou considera desprezível tudo o que não cabe nestes estreitos limites. Talvez se possa dizer que, na pós-modernidade liberal, a religião e o monoteísmo não desapareceram, mas foram substituídos pelo “moneyteísmo”.

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