
O Tempo Pascal: cinquenta dias de um grande domingo
O Tempo Pascal constitui o centro luminoso de todo o ano litúrgico. Depois da grande noite da Vigília Pascal, a Igreja entra em cinquenta dias

O Tempo Pascal constitui o centro luminoso de todo o ano litúrgico. Depois da grande noite da Vigília Pascal, a Igreja entra em cinquenta dias

A pessoa triste e desiludida não pode somente receber e ser passiva. Ela precisa tomar iniciativas, é o que fazem os discípulos de Emaús: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando! E Jesus entrou para ficar com eles”. Sentaram-se à mesa. Foi a oportunidade para Jesus recordar algo fundamental: “Tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía”. Jesus antes de padecer deixou a Eucaristia como forma de manter-se presente. Foi o momento para os discípulos de Emaús reconheceram Jesus: “Nisso os olhos dos discípulos de abriram e eles reconheceram Jesus”. Cristo deixou para todos os seus seguidores o sinal da Eucaristia. Ele quer ser convidado e sentar à mesa conosco. Ele quer nos alimentar com o pão da vida eterna.

Nesta encíclica dirigida a todas as pessoas de boa vontade, João XXIII diz também que as relações internacionais devem se desenvolver “em uma solidariedade dinâmica”, através de colaboração econômica, social, política e cultural, etc.” Na busca dos próprios interesses, uma nação não pode prejudicar as outras, mas somar e conjugar esforços.

Ao apresentar o processo, dom Leomar destacou que as Diretrizes não constituem um plano fechado, mas orientações que indicam caminhos para a evangelização em um país marcado pela diversidade. “As Diretrizes são linhas da ação evangelizadora. Não são um planejamento, mas caminhos indicativos de por onde devemos andar”, afirmou. Ele ressaltou ainda o caráter sinodal da construção do texto, fruto de um amplo processo de escuta e discernimento à luz dos sinais dos tempos.

O Terceiro Domingo da Páscoa celebra o mistério do Caminho de Emaús, um dos relatos mais comoventes dos evangelhos. Neste domingo, a Liturgia apresenta-nos Cristo Ressuscitado como companheiro que caminha ao nosso lado, abre as Escrituras e partilha o pão. É um convite a reconhecer que o Senhor não nos abandona nas nossas dúvidas e tristezas, mas vem ao nosso encontro através da Palavra e da Eucaristia. A assembleia cristã é chamada a reviver esta experiência pascal, deixando-se conduzir do desespero à esperança, da escuridão à luz, da incerteza à fé viva.

No início da noite desta sexta-feira, 17 de abril, o Santuário Nacional de Aparecida acolheu o episcopado brasileiro reunido na 62ª Assembleia Geral da CNBB

Na tarde da sexta-feira, 17 de abril, os bispos, reunidos no 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em Aparecida (SP),

No terceiro dia da 62ª Assembleia Geral da CNBB, nesta sexta-feira, 17 de abril, os bispos reunidos em Aparecida (SP) participaram, pela manhã, das análises

Os bispos dedicaram a segunda sessão desta sexta-feira, 17 de abril, da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), à eleição do presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso. Foi escolhido dom Rodolfo Luís Weber, arcebispo de Passo Fundo, que ficará o cargo até o final deste quadriênio (2023-2027).

O encontro de Jesus com aqueles dois discípulos parece ser totalmente casual: assemelha-se a uma das numerosas encruzilhadas que a vida nos apresenta, quando menos esperamos. Os dois discípulos prosseguem pensativos e um desconhecido caminha ao lado deles. É Jesus. Mas os seus olhos não são capazes de o reconhecer, porque estão centrados na dor e na desilusão que viveram em Jerusalém. Então Jesus começa a sua “terapia da esperança”. O que acontece naquela estrada, que transforma a vida dos dois discipulos, é uma terapia da esperança. E quem a faz é Jesus, que caminhando com eles escuta seus lamentos e vê as dores que carregam no coração e os acompanha, em cada passo do retorno para Emaús, de onde tinham partido com o coração cheio de esperança, na peregrinação para Jerusalém.
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