
“Que a guerra não me seja indiferente…”
Aceitemos o pedido do Papa, e não disfarcemos nossa indiferença pecaminosa com cínicas discussões teóricas. Toquemos a carne de quem sofre os danos das guerras. Consideremos a verdade das vítimas, olhemos a realidade com os seus olhos e escutemos as suas histórias com o coração aberto. Assim poderemos reconhecer a monstruosidade da guerra, e faremos pouco caso se nos tratam como ingênuos por defendermos a paz.







