Vida

Graças a Cristo ressuscitado, o homem não é um ser para a morte, mas para a vida eterna com ele, já desde agora e no futuro. Pois o nosso Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos. Graças a Ele é que a ressurreição e a vida têm a última palavra e não a morte.

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Com Maria e José no caminho pascal

Contemplando Maria e José no caminho quaresmal, aprendemos que a Páscoa começa com a disponibilidade de acolher Deus em nossa história. Eles nos ensinam que a fé nasce da escuta, amadurece na confiança e se realiza no serviço humilde ao plano de Deus.

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“Vivei como filhos da luz!”

A cura do cego é convite para deixar-se curar de todas as formas de cegueira, seja pessoal ou comunitária. Jesus veio “para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem, vejam, e os que veem se tornem cegos”. Livres das cegueiras podemos orientar a vida com critérios divinos, não pelas aparências, mas pelo que está no coração.

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Eu choro pelas meninas e demais cidadãos do Irã!

Não me conformo com o fato de que haja quem, proclamando-se cristão e católico, justifique e aplauda guerras, mesmo as mais nefastas e injustificáveis. Neles a indiferença se globalizou e arruinou a alma. Eles confundem o aplauso e a submissão aos vencedores e à rapina com reverência ao Deus da Vida e defesa dos verdadeiros valores humanos.

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Guadalupe rumo aos 500 anos

Outro aspecto decisivo é a opção amorosa de Deus pelos pobres. Maria aparece a Juan Diego, um indígena simples e invisibilizado. Deus começa pelas periferias. Fala a partir da cultura do povo, assumindo seus símbolos e purificando-os à luz do Evangelho. Aqui encontramos uma chave para a evangelização contemporânea: Deus não destrói as culturas, mas as redime desde dentro.

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“Que a guerra não me seja indiferente…”

Aceitemos o pedido do Papa, e não disfarcemos nossa indiferença pecaminosa com cínicas discussões teóricas. Toquemos a carne de quem sofre os danos das guerras. Consideremos a verdade das vítimas, olhemos a realidade com os seus olhos e escutemos as suas histórias com o coração aberto. Assim poderemos reconhecer a monstruosidade da guerra, e faremos pouco caso se nos tratam como ingênuos por defendermos a paz.

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