Artigos dos Bispos

ARTIGOS DOS BISPOS

“Moro onde não mora ninguém…”

Voltando a atenção a Santa Cruz do Sul, segundo o último censo, apenas 61% das famílias vivem em moradias próprias e quitadas; recentemente, mais de 800 famílias disputaram 250 casas de um programa habitacional; mais de 30 mil pessoas têm uma renda de até meio salário mínimo. Com essa renda, como poderão adquirir uma casa ou pagar aluguel?

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“Este é o meu Filho amado… escutai-O” (Mt 17,5)

A experiência do monte não nos aliena do mundo; ao contrário, nos devolve a ele com um coração novo. Quem contempla Cristo transfigurado aprende a reconhecer, mesmo nos rostos marcados pelo sofrimento, a dignidade de filhos e filhas de Deus e a trabalhar para que essa dignidade seja respeitada e promovida.

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Fé e compromisso com Deus e com o próximo

Portanto, a Quaresma deveria ser na vida do cristão o tempo do silêncio, da escuta, da reflexão e do discernimento. Não o silêncio visto como fuga da realidade da vida, buscando um mundo paralelo e mais fácil. Mas o silêncio que busca contemplar o rosto transfigurado de Cristo Jesus, sobre o qual resplandece a luz de Deus e a face do Pai.

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Transfiguração

Escutar é um ato de obediência e seguimento. Aos discípulos se pede uma confiança incondicionada em Jesus. Escutar deve levar o discípulo onde Jesus vai, sem reservas e sem resistências. É acompanhar Jesus na estrada que vai em direção de Jerusalém, onde será submetido aos torturadores

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As tentações de Jesus e os remédios da Quaresma

O jejum é o remédio quaresmal para essa tentação. Ao jejuar, aprendemos que nem tudo o que é possível é necessário. O jejum educa o desejo, liberta o coração da escravidão do excesso e nos recorda que a vida tem uma profundidade que o consumo não alcança. Jejuar não é desprezar o pão, mas recolocá-lo no seu lugar justo. É aprender a dizer “basta” para que Deus volte a ser o essencial.

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Partilhar brota em nós comunhão

Pois bem, as conclusões dessas três parábolas são idênticas: alegria ao recuperar o perdido! Esforçar-se para não deixar nada se perder, não desanimar frente aos desafios do cotidiano, testemunhar a alegria de ajudar o necessitado, testemunhar esperança, acolhida, amor, misericórdia e vida…

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É quaresma!

Ensina o Catecismo da Igreja Católica: “A escritura e os padres insistem principalmente em três formas – o jejum, a oração, a esmola – que exprimem a conversão com relação a si mesmo, a Deus e aos outros” (n.1434) “Esses tempos são particularmente apropriados para os exercícios espirituais, às liturgias penitenciais, às peregrinações em sinal de penitência, às privações voluntárias como o jejum e a esmola, à partilha fraterna (obras de caridade e missionárias)” (n. 1438).

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Quaresma, um convite a despir fantasias

O tempo festivo dos desfiles, fantasias e diversões que marcam o carnaval brasileiro está terminando. Alguns grupos ainda não enterraram os ossos e insistem em prorrogar este tempo especial, que também tem seu caráter de competição e de faturamento econômico. As comunidades cristãs já puseram o ponto final, reverberando o chamado à conversão.

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Quaresma é tempo de conversão!

Podemos abrir a porta da nossa prisão interior somente do lado de dentro, porque a chave somos nós que a temos. A conversão é uma lenta operação de transformação. Uma obra de arte plasmada pela Palavra de salvação do verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Ele forma a Nova Humanidade, n’Ele e em nós. Aquilo que Cristo iniciou, nada e ninguém jamais poderá destruir. Por isso, é importante e necessário tomar uma decisão que envolva mente e coração, para levantar-se e iniciar a caminhada de conversão, proposta pela Quaresma, para recuperarmos a nossa dignidade humana e divina, de filhos e filhas de Deus.

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“Não só de pão vive o homem” (Mt 4,4)

O 1º Domingo da Quaresma inaugura um tempo forte de conversão, marcado pelo chamado a voltar o coração para Deus, combatendo o pecado e renovando a fidelidade à Aliança. A Liturgia apresenta o mistério da tentação como lugar decisivo de discernimento: entre confiar em si mesmo ou confiar em Deus; entre buscar segurança no poder, no prazer ou no ter, ou acolher a vida como dom recebido do Senhor.

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Quaresma, caminho para a Páscoa!

Quaresma é tempo de conversão pessoal, comunitária e social. O fenômeno da penitência, para ser valorizado integralmente, não pode perder o seu caráter social. Por isso, todos os anos a Igreja do Brasil propõe um tema com viés social para que o maior número de homens e mulheres de boa vontade possam viver mais intensamente esse Tempo Litúrgico! Para 2026 o tema escolhido é “Fraternidade e Moradia”. Somos, assim, convidados a voltar o nosso olhar para a realidade da moradia no Brasil. Somente assumindo caminhos de autêntica conversão, cooperamos na construção de uma “Terra sem males”.

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Cinzas, conversão e moradia: onde queremos que Deus habite?

A Quaresma nos convida a perguntar: onde estamos construindo nossas casas e nossas cidades? Estamos promovendo espaços que acolhem ou que excluem? Cidades para todos ou apenas para alguns? O problema da moradia não é apenas técnico ou econômico; é profundamente ético e espiritual. Ele revela que tipo de sociedade estamos construindo e quais vidas consideramos valiosas. A conversão que Deus deseja não é apenas interior, mas também social e concreta.

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Deixemo-nos purificar e curar pela misericórdia do Pai

Como povo de Deus a caminho, queremos percorrer o Tempo da Quaresma nos preparando para celebrar a Páscoa do Senhor Jesus, em espírito de comunhão com toda a Igreja no Brasil, também através da Campanha da Fraternidade de 2026, que neste ano tem como tema “Fraternidade e Moradia”, e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).

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Lei e Evangelho

A mesma radicalidade Jesus expressa também nas palavras: “Seja o vosso ‘sim’: ‘Sim’, e o vosso ‘não’: ‘Não”. Tudo o que for além disso vem do Maligno”. É preferível o sim e o não ao juramento. Jesus pede simplicidade na vivência fé. Autenticidade e responsabilidade em cada palavra e em cada gesto diante de Deus geram credibilidade e transparência.

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Amar os próximos de amanhã como os de hoje!

Em nome da fé   em Jesus de Nazaré, em nome dos milhares e milhões de homens e mulheres que lutaram para que pudéssemos viver com liberdade e dignidade, respirando oxigênio e não apenas fumaça, precisamos nos engajar, sem demora nem desculpas, neste mutirão de defesa e conservação da Casa Comum.  E que ninguém venha me dizer que Jesus veio “salvar almas” e não as matas e os rios. Jesus não elogiou o sacerdote e o levita que priorizam a lei e o culto, mas o homem samaritano, que se aproxima para socorrer quem corre risco de vida (cf. Lucas 10,25-37).

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Sal da terra e luz do mundo

Jesus, logo após ensinar o caminho da vida feliz ou bem-aventurada, afirma que ser cristão é ser sal da terra e luz do mundo (Isaías 58,7-10, Salmo 111, 1 Coríntios 2,1-5 e Mateus 5,13-16). Duas imagens que ressaltam o testemunho da vida de serviço ao mundo. É neste serviço que se concretiza a identidade do cristão: luz e sal da terra, como o próprio Cristo o foi.

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Um olhar de amor e compaixão com os enfermos

O Dia Mundial dos Enfermos é uma oportunidade para refletirmos sobre o cuidado da vida, mas principalmente de como estamos cuidando de quem está enfermo. Vivemos num mundo de fortes contrastes tecnológicos e sociais. De uma parte temos o avanço da medicina, graças à pesquisa científica que possibilitou a descoberta de novos medicamentos. Por outro lado, vemos os contrastes provocados pelas desigualdades econômico-sociais e pelas mudanças na nossa sociedade, principalmente na estrutura familiar.

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O cristão é chamado a ser sal da terra e luz do mundo, vivendo uma fé concreta, visível e transformadora no cotidiano

A Palavra de Deus, como um todo, nos ajuda a compreender que essa missão não se cumpre com gestos espetaculares ou extraordinários, mas na fidelidade às pequenas coisas do dia a dia. O sal age silenciosamente realçando o sabor dos alimentos; a luz não chama atenção para si mesma, mas permite que os outros vejam melhor. Assim também deve ser a vida cristã: discreta, coerente, perseverante, profundamente enraizada em Deus.

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