Artigos dos Bispos

ARTIGOS DOS BISPOS

“Ressuscitou, como havia dito!”

Aqueles encontros dos discípulos com o Cristo ressuscitado fortaleceu de tal modo a fé e o desejo de comunicar e testemunhar este acontecimento que os discípulos se tornaram mártires como Jesus. Jamais renunciaram de noticiar a ressurreição de Jesus, fundamento primeiro da fé cristã.

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Jesus ressuscitou – Aleluia!

A ressurreição, a esperança de uma vida nova e do renovar-se continuamente na vida, parece depender da nossa capacidade de aceitar, depois dos momentos mais difíceis da nossa existência, que uma “pedra” (Jo 11,41; 20,1) nos separe de tudo e de todos, na espera do grande acordar, que é a ressurreição do Senhor Jesus, como insurreição da vida, dom de Deus, contra todo atentado de morte.

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Aleluia! Cristo ressuscitou! Verdadeiramente ressuscitou!

Hoje o céu e a terra se abraçam num único grito de alegria. O túmulo está vazio. A morte foi vencida. A vida explodiu em vitória. Não é uma história bonita para consolar corações tristes. É o fato mais revolucionário da história humana: Deus, em Jesus de Nazaré, destruiu para sempre o poder da morte e abriu para nós as portas da vida eterna.

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“Viver é melhor que sonhar!”

Acompanhando Jesus de Nazaré em sua chegada à capital do seu país, reafirmamos nosso sonho de um mundo onde haja lugar e vida plena para todos, que não criminalize os profetas e os sonhadores, que dê primazia aos mais vulneráveis. Em Jesus, o sonho é vivido e testemunhado no dom de si mesmo, sem reservas. Por isso, vive e é imortal.

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“Ele era mesmo Filho de Deus”

É missão da Igreja estar ao lado de Cristo crucificado e de todos os crucificados. O triunfo de Cristo não é aquele imperial, mas o humilde e sofrido da cruz. É o que liberta e salva. Jesus entra em Jerusalém não para ocupar a chefia de um exército e de um Estado, mas para oferecer-se como “rei manso e humilde”.

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 “O Rei que serve: da aclamação à Cruz”

Irmãos e irmãs, entremos nesta Semana Santa como entramos numa terra santa: descalços por dentro, de coração aberto, prontos para nos deixar encontrar por Aquele que desceu ao mais fundo do humano para nos erguer ao mais alto do divino. Que os ramos de hoje não sejam apenas gestos festivos — que sejam a expressão de uma adesão real ao Senhor que vem, que serve, que morre e que ressuscita por amor a cada um de nós.

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Caminhar com Jesus

A folha de palma é sinal da vitória do martírio e o ramo de oliveira é símbolo da paz entre o céu e a terra; mas a vitória e a paz parecem viver um constante desafio, frente à violência presente no coração do homem, fruto do pecado. Como comunidade cristã, que celebra a sua fé no Senhor Jesus, devemos nos unir para fortalecer uma cultura da paz, que valorize a vida, a família e a comunidade como espaços de encontro e de fraternidade.

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Você acredita em vida após o nascimento?

Sei que a ressurreição é vista como algo insólito por uma cultura que canoniza o presente, o sensível e o rentável e nega ou considera desprezível tudo o que não cabe nestes estreitos limites. Talvez se possa dizer que, na pós-modernidade liberal, a religião e o monoteísmo não desapareceram, mas foram substituídos pelo “moneyteísmo”.

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Vida

Graças a Cristo ressuscitado, o homem não é um ser para a morte, mas para a vida eterna com ele, já desde agora e no futuro. Pois o nosso Deus não é um Deus de mortos, mas de vivos. Graças a Ele é que a ressurreição e a vida têm a última palavra e não a morte.

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Com Maria e José no caminho pascal

Contemplando Maria e José no caminho quaresmal, aprendemos que a Páscoa começa com a disponibilidade de acolher Deus em nossa história. Eles nos ensinam que a fé nasce da escuta, amadurece na confiança e se realiza no serviço humilde ao plano de Deus.

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“Vivei como filhos da luz!”

A cura do cego é convite para deixar-se curar de todas as formas de cegueira, seja pessoal ou comunitária. Jesus veio “para exercer um julgamento, a fim de que os que não veem, vejam, e os que veem se tornem cegos”. Livres das cegueiras podemos orientar a vida com critérios divinos, não pelas aparências, mas pelo que está no coração.

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Eu choro pelas meninas e demais cidadãos do Irã!

Não me conformo com o fato de que haja quem, proclamando-se cristão e católico, justifique e aplauda guerras, mesmo as mais nefastas e injustificáveis. Neles a indiferença se globalizou e arruinou a alma. Eles confundem o aplauso e a submissão aos vencedores e à rapina com reverência ao Deus da Vida e defesa dos verdadeiros valores humanos.

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Guadalupe rumo aos 500 anos

Outro aspecto decisivo é a opção amorosa de Deus pelos pobres. Maria aparece a Juan Diego, um indígena simples e invisibilizado. Deus começa pelas periferias. Fala a partir da cultura do povo, assumindo seus símbolos e purificando-os à luz do Evangelho. Aqui encontramos uma chave para a evangelização contemporânea: Deus não destrói as culturas, mas as redime desde dentro.

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“Que a guerra não me seja indiferente…”

Aceitemos o pedido do Papa, e não disfarcemos nossa indiferença pecaminosa com cínicas discussões teóricas. Toquemos a carne de quem sofre os danos das guerras. Consideremos a verdade das vítimas, olhemos a realidade com os seus olhos e escutemos as suas histórias com o coração aberto. Assim poderemos reconhecer a monstruosidade da guerra, e faremos pouco caso se nos tratam como ingênuos por defendermos a paz.

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Água viva

Jesus quer levar-nos, como fez com a Samaritana, a professar a fé nele e depois anunciar e testemunhar aos irmãos a alegria do encontro com ele e as maravilhas que o seu amor realiza na nossa existência. A fé nasce do encontro com Jesus, o Salvador. Quando o Senhor conquista o coração da Samaritana, a sua existência transforma-se e ela vai imediatamente comunicar a boa nova ao seu povo.

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Água viva que sacia a sede da alma

O Domingo III da Quaresma, no Ciclo A do Ano Litúrgico, convida os fiéis a uma reflexão profunda sobre a sede espiritual que permeia a existência humana. Neste tempo de preparação para a Páscoa, a Igreja nos apresenta leituras que evocam o tema da água como símbolo de vida, graça e encontro com Deus.

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Samaritanos no mundo de hoje

Neste tempo de Quaresma, em preparação para a Páscoa, não podemos esquecer o perdão e a reconciliação. Eles nos remetem à misericórdia do Pai e nos ajudam a recuperar a paz interior e a nossa dignidade de filhos e filhas de Deus. Esta é fundamental para a nossa vida de fé, porque nos leva a olhar os outros com os olhos do amor de Deus.

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