
CNBB Sul 3 e Universidade Franciscana, de Santa Maria, iniciam aulas do MBA em Gestão de Escolas Católicas
O Regional Sul 3 da CNBB, por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação, e a Universidade Franciscana, que tem sua sede

O Regional Sul 3 da CNBB, por meio da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura e Educação, e a Universidade Franciscana, que tem sua sede

O encontro regional reuniu presbíteros, consagradas e leigos para um aprofundamento sobre o papel central das Escrituras na vida da Igreja, contando com a assessoria do arcebispo metropolitano de Pelotas e referencial da Comissão, dom Jacinto Bergmann.

Projeto cultural concluído após três anos de trabalho técnico recupera registros civis iniciados em 1773, digitaliza quase 800 volumes históricos e inaugura acesso público online em cerimônia na Cúria Diocesana no dia 10 de abril

À luz da Páscoa, deixemo-nos surpreender por Cristo! Deixemos transformar o nosso coração pelo seu imenso amor por nós! Quem tem armas nas mãos, que as deponha! Quem tem o poder de desencadear guerras, que opte pela paz! Não uma paz conseguida com a força, mas com o diálogo! Não com a vontade de dominar o outro, mas de o encontrar!

Celebrar a Páscoa é, portanto, viver já os sinais desse mundo novo: promover a vida, defender a dignidade humana e cuidar da criação. Caminhamos na história rumo à plenitude prometida por Deus, quando Ele “enxugará toda lágrima” (cf. Ap 21,4) e fará novas todas as coisas.

Na mensagem em vídeo, dom Leomar enfatiza que a Páscoa não é apenas uma data no calendário, mas um tempo de vida nova. “Nenhuma tristeza, nenhuma preocupação, nenhum problema é maior do que a esperança que nasceu na manhã de Páscoa”, afirma o arcebispo.

Recordando os apelos do Papa Leão XIV, a mensagem aponta, em tom de Esperança, a celebração da Páscoa como um momento oportuno de conversão dos corações rumo à busca pela paz e à superação dos conflitos, violência e guerras. “A experiência do Ressuscitado não nos fecha em nós mesmos, mas nos envia ao encontro dos irmãos, especialmente dos que sofrem, para testemunhar que o amor é mais forte que o ódio e que a vida vence a morte”.

Aqueles encontros dos discípulos com o Cristo ressuscitado fortaleceu de tal modo a fé e o desejo de comunicar e testemunhar este acontecimento que os discípulos se tornaram mártires como Jesus. Jamais renunciaram de noticiar a ressurreição de Jesus, fundamento primeiro da fé cristã.

A Páscoa, para os católicos, é o sinal de que a vida venceu a morte e a Igreja, nascida do coração de Jesus morto e

A ressurreição, a esperança de uma vida nova e do renovar-se continuamente na vida, parece depender da nossa capacidade de aceitar, depois dos momentos mais difíceis da nossa existência, que uma “pedra” (Jo 11,41; 20,1) nos separe de tudo e de todos, na espera do grande acordar, que é a ressurreição do Senhor Jesus, como insurreição da vida, dom de Deus, contra todo atentado de morte.