Artigos dos Bispos

ARTIGOS DOS BISPOS

“Preservar vozes e rostos humanos”

Hoje, os meios de comunicação oferecem possibilidades imensas para o anúncio do Evangelho. Redes sociais, plataformas digitais e recursos de inteligência artificial podem servir à evangelização e ao bem comum. Contudo, o Papa recorda que as máquinas devem permanecer instrumentos a serviço da vida humana, e nunca substituir a responsabilidade moral das pessoas. Uma comunicação verdadeiramente cristã precisa conservar a capacidade de compaixão, discernimento e proximidade humana.

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Ascensão de Jesus, após a ressurreição

Estimados irmãos e irmãs! Anunciar Jesus é a missão fundamental da Igreja, mas para isso ela precisa estar inserida na vida das pessoas do nosso tempo, sabendo acolher as alegrias e esperanças, tristezas e angústias do homem de hoje. É com espírito de discípulos e discípulas do Senhor Jesus que somos convidados a assumir o nosso serviço, nas comunidades onde participamos e celebramos a vida de fé, em comunhão com o Senhor e com os irmãos.

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Que não se perca nenhum destes pequeninos!

Pergunto-me se o pretendente à cadeira presidencial desconhece o Estatuto e sua finalidade, ou pretende fazer a nação recuar às condições de trabalho vigentes em 1850. Talvez ele pense que lazer, desenvolvimento humano e estudo são privilégios da sua classe social. Mas, como cristãos, não podemos nos dispensar da proteção às pessoas vulneráveis. “Que não se perca nenhum destes pequeninos”, diz Jesus (Mateus 18,14).

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O Espírito da Verdade

Jesus nos quer seus seguidores unidos pelos laços do amor. “Quem acolheu meus mandamentos e os observa, esse me ama. Ora, quem me ama, será amado por meu Pai, e eu o amarei me manifestarei a ele”.

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Queridas Mães…

O dia das mães não está no calendário para a gente ficar recordando seus erros e defeitos. Mas para expressarmos nossa gratidão para com aquela pessoa que nos acolheu, nos amou e nos defendeu quando ainda nem sabíamos o quanto este mundo é bonito e, ao mesmo tempo, violento, e pouco valoriza o sagrado dom da vida. Ela foi a primeira pessoa que valorizou a nossa vida, porque foi a primeira a saber que tínhamos sido concebidos.

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“Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida”

O caminho a seguir não é uma estrada, mas uma pessoa para seguir. Esta pessoa é o próprio Jesus. Ele se define como o caminho e une ao caminho outras duas qualidades pessoais: a verdade e a vida. O caminho é um conceito relativo, isto é, está subordinado para onde conduz. A meta é o encontro com o Pai celeste. A verdade supõe um conteúdo e a ele se refere. O conteúdo da verdade é a vida.

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Quando o Estado desregulamenta a exploração aumenta

Alguns anos depois, o Papa Leão XIII manifestou-se em relação à exploração e à violência do capitalismo através da carta Rerum Novarum (15.05.1891). Este documento é considerado uma das fontes ocidental do direito do trabalho, um impulso essencial para a regulamentação estatal dos contratos de trabalho e o início da reflexão social da Igreja.

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São José: operário e pai dedicado!

Para termos uma sociedade mais justa e fraterna é necessário oferecer oportunidades de trabalho, mas também primar pelo respeito à dignidade da pessoa, no mundo do trabalho. O trabalho é necessário para manter a família, criar os filhos, garantir aos próprios entes queridos uma vida digna.

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Jesus: Caminho, Verdade e Vida

Que este 5º Domingo da Páscoa nos renove na fé: Cristo é o fundamento sólido. Nele, a Igreja cresce, serve, anuncia e caminha rumo à plena comunhão com o Pai. Que o Espírito Santo nos faça pedras vivas bem ajustadas no templo santo de Deus, para glória do Pai e salvação do mundo. Amém.

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Quando a defesa da paz se torna um ato de coragem

A insistência na paz não é ausência de realismo; é, antes, uma recusa em aceitar a violência como destino inevitável. Trata-se de um compromisso com a razão, com a justiça e com a preservação daquilo que ainda nos une enquanto humanidade. Em meio a ruídos e polarizações, essa postura pode parecer deslocada, mas é precisamente ela que impede o colapso completo do diálogo.

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Agrada a Deus quem o teme e pratica a justiça

Durante a celebração, veio-me ao coração a venturosa “conversão” de Pedro na casa de Cornélio, um soldado e pagão romano. Como judeu, Pedro sabia que não poderia entrar na casa de um pagão. Todavia, a experiência da hospitalidade e o testemunho de abertura de Cornélio mudam tudo. Ele descobriu que não podemos desqualificar a fé de ninguém.

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O Bom Pastor que nos conduz à vida plena

Neste domingo, a liturgia não nos deixa apenas admirar o Bom Pastor: ela nos chama a segui-lo. Quem escuta a sua voz e entra pela porta encontra pastagem verdejante e vida em abundância. Que o Ressuscitado nos guie e nos torne, a cada dia, ovelhas fiéis e pastores segundo o seu coração.

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O pastor e a porta

Precisamos de “pastores visíveis” que encarnam a mão amorosa do supremo Pastor, agora invisível. A Igreja recebeu de Jesus esta missão de ser “pastor visível” ou “sacramento de salvação”. Por isso, neste domingo denominado do Bom Pastor, toda Igreja é convidada a rezar nesta intenção.

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Um Pastor que fascina

Convite especial aos jovens, para que escutem a voz do Senhor e descubram como poderão se doar no caminho do matrimônio ou do sacerdócio, ou do diaconato permanente, ou na vida consagrada, religiosa ou secular. “Cada vocação é um dom imenso para a Igreja e para quem a acolhe com alegria. Conhecer o Senhor significa, antes de tudo, aprender a confiar nele e na sua Providência, que superabunda em cada vocação”. Uma beleza a ser constantemente compreendida e vivenciada!

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O alimento do discípulo

A pessoa triste e desiludida não pode somente receber e ser passiva. Ela precisa tomar iniciativas, é o que fazem os discípulos de Emaús: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando! E Jesus entrou para ficar com eles”. Sentaram-se à mesa. Foi a oportunidade para Jesus recordar algo fundamental: “Tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía”. Jesus antes de padecer deixou a Eucaristia como forma de manter-se presente. Foi o momento para os discípulos de Emaús reconheceram Jesus: “Nisso os olhos dos discípulos de abriram e eles reconheceram Jesus”. Cristo deixou para todos os seus seguidores o sinal da Eucaristia. Ele quer ser convidado e sentar à mesa conosco. Ele quer nos alimentar com o pão da vida eterna.

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“E o mundo viverá como um só…”

Nesta encíclica dirigida a todas as pessoas de boa vontade, João XXIII diz também que as relações internacionais devem se desenvolver “em uma solidariedade dinâmica”, através de colaboração econômica, social, política e cultural, etc.” Na busca dos próprios interesses, uma nação não pode prejudicar as outras, mas somar e conjugar esforços.

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O Caminho de Emaús

O Terceiro Domingo da Páscoa celebra o mistério do Caminho de Emaús, um dos relatos mais comoventes dos evangelhos. Neste domingo, a Liturgia apresenta-nos Cristo Ressuscitado como companheiro que caminha ao nosso lado, abre as Escrituras e partilha o pão. É um convite a reconhecer que o Senhor não nos abandona nas nossas dúvidas e tristezas, mas vem ao nosso encontro através da Palavra e da Eucaristia. A assembleia cristã é chamada a reviver esta experiência pascal, deixando-se conduzir do desespero à esperança, da escuridão à luz, da incerteza à fé viva.

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Reconhecer a presença do Ressuscitado, como os discípulos de Emaús!

O encontro de Jesus com aqueles dois discípulos parece ser totalmente casual: assemelha-se a uma das numerosas encruzilhadas que a vida nos apresenta, quando menos esperamos. Os dois discípulos prosseguem pensativos e um desconhecido caminha ao lado deles. É Jesus. Mas os seus olhos não são capazes de o reconhecer, porque estão centrados na dor e na desilusão que viveram em Jerusalém. Então Jesus começa a sua “terapia da esperança”. O que acontece naquela estrada, que transforma a vida dos dois discipulos, é uma terapia da esperança. E quem a faz é Jesus, que caminhando com eles escuta seus lamentos e vê as dores que carregam no coração e os acompanha, em cada passo do retorno para Emaús, de onde tinham partido com o coração cheio de esperança, na peregrinação para Jerusalém.

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