Coletiva de Imprensa apresenta processo de atualização das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil

Ao apresentar o processo, dom Leomar destacou que as Diretrizes não constituem um plano fechado, mas orientações que indicam caminhos para a evangelização em um país marcado pela diversidade. “As Diretrizes são linhas da ação evangelizadora. Não são um planejamento, mas caminhos indicativos de por onde devemos andar”, afirmou. Ele ressaltou ainda o caráter sinodal da construção do texto, fruto de um amplo processo de escuta e discernimento à luz dos sinais dos tempos.

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O Caminho de Emaús

O Terceiro Domingo da Páscoa celebra o mistério do Caminho de Emaús, um dos relatos mais comoventes dos evangelhos. Neste domingo, a Liturgia apresenta-nos Cristo Ressuscitado como companheiro que caminha ao nosso lado, abre as Escrituras e partilha o pão. É um convite a reconhecer que o Senhor não nos abandona nas nossas dúvidas e tristezas, mas vem ao nosso encontro através da Palavra e da Eucaristia. A assembleia cristã é chamada a reviver esta experiência pascal, deixando-se conduzir do desespero à esperança, da escuridão à luz, da incerteza à fé viva.

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Dom Rodolfo, arcebispo de Passo Fundo, é eleito presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB

Os bispos dedicaram a segunda sessão desta sexta-feira, 17 de abril, da 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), à eleição do presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso. Foi escolhido dom Rodolfo Luís Weber, arcebispo de Passo Fundo, que ficará o cargo até o final deste quadriênio (2023-2027).

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Reconhecer a presença do Ressuscitado, como os discípulos de Emaús!

O encontro de Jesus com aqueles dois discípulos parece ser totalmente casual: assemelha-se a uma das numerosas encruzilhadas que a vida nos apresenta, quando menos esperamos. Os dois discípulos prosseguem pensativos e um desconhecido caminha ao lado deles. É Jesus. Mas os seus olhos não são capazes de o reconhecer, porque estão centrados na dor e na desilusão que viveram em Jerusalém. Então Jesus começa a sua “terapia da esperança”. O que acontece naquela estrada, que transforma a vida dos dois discipulos, é uma terapia da esperança. E quem a faz é Jesus, que caminhando com eles escuta seus lamentos e vê as dores que carregam no coração e os acompanha, em cada passo do retorno para Emaús, de onde tinham partido com o coração cheio de esperança, na peregrinação para Jerusalém.

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