A vida espiritual alimenta a fé do peregrino!

Não queremos negar a fragilidade da Igreja, mas queremos também fazer conhecer a sua dignidade. E a primeira e fundamental dignidade da Igreja é ser comunidade convocada por Jesus Cristo. A Igreja é, portanto, uma comunidade frágil, mas que foi beneficiada por Jesus, através da sua revelação, no seu corpo glorioso da ressurreição.

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A união na Eucaristia

A Eucaristia é, na verdade, esta união: a comunhão entre Deus e o homem, que gera comunhão entre todos os membros da assembleia cristã e orante. Sabemos que o contrário de bendizer é maldizer. Bendizer une; maldizer divide. Celebrar a Eucaristia significa, especialmente a nós que participamos, dizer bem, pensar bem, querer bem, fazer o bem. É, portanto, o novo e belo programa de vida. É nesse mesmo sentido que nos recorda o salmista: “Como é bom e como é belo viverem unidos os irmãos” (Sl 133,1).

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Mudar para ser fiel: a conversão que renova a Igreja

No fundo, converter-se é confiar: confiar que Deus continua agindo e que nos chama a colaborar com sua obra. A pergunta que as Diretrizes nos deixam é direta e necessária: o que precisamos mudar hoje para sermos mais fiéis a Jesus? Responder a essa pergunta é dar um passo decisivo na missão. Porque, quando a Igreja se converte, ela se renova. E quando se renova, volta a gerar vida.

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Um Deus enamorado pela beleza da sua criatura

Cremos numa divindade que é o “Deus do amor e da paz”, que habita nas pessoas e comunidades que vivem a concórdia e a paz, e não nas alturas inacessíveis (cf. 1 Coríntios 13,11-13).  “Deus amou tanto o mundo, que deu seu Filho para que todo o que nele crer tenha a vida eterna” (João 3,16). “Deus é amor” resume o apóstolo João (1 João 4,8.16).

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Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo! Amém

A Trindade nos indica o verdadeiro caminho para a unidade. Insistentemente Jesus ressaltou a sua união com o Pai e o Espírito Santo. São três pessoas divinas agindo em plena comunhão, onde cada ação é ação de todos. Nesta certeza de fé, São Paulo afirma que a comunidade cristã deve viver deste modo. Para tal, usa da imagem do corpo humano. Somos membros uns dos outros, há um só corpo e um só espírito, quando uma parte do corpo sofre, todo corpo sofre.

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Mistério de Amor e Comunhão

Celebrar esta solenidade é renovar a consciência de que fomos mergulhados no mistério de Deus. A Igreja não anuncia uma ideia, mas uma Pessoa viva: o Deus Uno e Trino, que nos ama, nos salva e nos santifica. Diante de tão grande mistério, resta-nos a atitude da adoração, da gratidão e da confiança.

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A força da união na vida da Comunidade de Fé!

Se o caminho da vida é temer a Deus e amar a Deus e ao próximo, o caminho da morte é o contrário: começa com a ausência do temor de Deus. Sem esse temor, o homem se coloca no lugar de Deus e passa a julgar-se como centro e senhor da vida, dispondo de tudo e de todos, sem a menor consideração pela vida e liberdade de seus semelhantes. Quando o homem usurpa o lugar de Deus, cria automaticamente o projeto da escravidão e da morte.

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